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sexta-feira, 31 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Lixo: uma metamorfose
Participando das conturbadas relações que se fragmentam nesta pós-modernidade
que estabelece um culto ao imagético, ao ineditismo criativo e principalmente às lógicas paradoxais dos conceitos de arte, surge uma face oriunda deste pensamento que alia as transformações da matéria com o aproveitamento desta mesma matéria em estado de descarte, proporcionando-nos uma possibilidade de transmutações do processo produtivo,conduzindo um olhar para uma dimensão das possibilidades criativas.
Sérgio Odilon revela sua criatividade numa polifonia de matérias primas, que
promove indagações e suscita beleza. Extrai, baseando-se na estética do possível, afinidades com ferramentas convencionais provocando autênticas releituras das suas influências que transitam pela literatura, infância, e do tempo que consume tudo que se movimenta, se ajustando nos fluxos constantes de inspiração.
Poeta das coisas perecíveis
O que faz de um ser humano um grande artista? Onde reside a barreira que separa um artista de um mestre? Perguntas como essas sempre povoam nossas imaginações - quase sempre sem uma resposta que as satisfaçam. Humildemente, tenho debruçado sobre estes questionamentos e arrisco a tentar alguns rumos - a maioria emotivamente.
Sobre a primeira pergunta, creio que o humano sobressai de sua finitude quando consegue, de alguma forma, entender o tempo e o local em que vive. Assim foi com Pablo Picasso e seu desespero com a guerra, Dali e sua querida Catalúnia, Monnet e sua busca pelo entendimento da luz. Isso para citar apenas alguns dos que, a seu modo e o seu jeito, conseguiram uma transcendência rumo à eternidade na vasta memória humana.
Mas, e na atualidade, quais as esperanças e desesperos que alimentam a criatividade de nossos artistas? A resposta para este questionamento talvez sirva para a segunda pergunta no início deste texto. Não é muito diferente do parágrafo anterior. E tem razão os defensores da globalização quando dizem que quanto mais local for uma ação mais valor tem para o global. As inquietudes mudaram de nome e forma, mas não o suficiente para dissipar o imaginário de nossos criadores. Tem Carybé na Bahia, com seus ritos e cultos, Mestre Vitalino e seus homens da terra seca do Nordeste, e tantos que se imortalizam por aí.
Neste desespero de entender o mundo, os humanos se estrangulam de várias formas. E, ultimamente, tenho testemunhado uma maneira muito peculiar do artista plástico Sérgio Odilon, uma promessa de pouco mais de 40 anos de idade. No silêncio que o ato criativo necessita, Odilon, constrói belezas inimagináveis utilizando as sutilezas inexplicáveis das cores numa mistura com inconseqüência do lixo. Isso mesmo, o lixo.
A guerra, o descaso, a denúncia, o grito de socorro deste jovem vem de sua realidade e do seu cotidiano paramentado de restos e perigos que - sinceramente - fingimos não enxergar. Mas, Sérgio vê. Vê e faz questão de apontar. Faz birra e transforma em santo, rosto humano, pétalas, lembranças, saudades, angústias, denúncias e expõe sob holofotes e salão construídos para abrigar fantasias e fábulas que parecem de outro mundo.
Emociona o quadro de Mahatma Gandhi urdido por uma camiseta velha encontrada por Odilon numa dessas lixeiras da vida. Um Mestre feito de restos! Seus anjos são uma mistura do que não presta mais para os humanos - seus diabos também. Tudo toma forma com naturalidade e vibração dignas de uma saída de Xangô.
Quando Walter Benjamim escreveu seu celebrado artigo “A obra de arte na época da reprodutibilidade técnica” alertava a todos para as novas expressões que não eram originais, mas que possuíam uma outra maneira de ser, com capacidade de conferir-lhe valor diferenciado. O mestre só não foi capaz de supor as formas que a reprodução - em séries infinitas - de lixo ganhariam neste transcendente das coisas perecíveis, que é Sérgio Odilon. Esta é sua forma de poetizar.
*Israel Oliveira
terça-feira, 12 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
São Francisco de Assis
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Brincando com papel higiênico!
Jack
A arte do papel machê se desenvolveu na China,
por volta de dois séculos antes de Cristo, e também em regiões das antigas Pérsia e Índia.
por volta de dois séculos antes de Cristo, e também em regiões das antigas Pérsia e Índia.
Na Europa, o papel machê foi utilizado para criar objetos decorativos primeiramente na França e depois na Inglaterra. Na Itália, a massa era utilizada na e execução das famosas máscaras do Carnaval, em Veneza. Na Noruega foi construída uma igreja toda feita em papel machê, e que durou 37 anos em ótimas condições, tendo sido demolida posteriormente.
terça-feira, 8 de março de 2011
quarta-feira, 29 de julho de 2009
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